Saúde e DDHH
12/11/2015
Nota do Sepe sobre a luta contra a reestruturação nas escolas municipais

Diante das denúncias de arbitrariedades que estariam ocorrendo em escolas da município, com respeito ao processo de reestruturação da rede, o Sepe alerta a categoria que tais atos provenientes de direções de algumas unidades e de CREs não se encontram respaldados por nenhum tipo de documento oficial e que, portanto, não devem ser levados em consideração. Todos os casos deste tipo devem ser encaminhados ao Sepe Central ou Regionais para que possamos dar encaminhamento junto à SME ou à Justiça.


Reafirmamos a disposição do sindicato e da categoria de não aceitar passivamente mais um projeto do governo municipal que pretende mexer com o cotidiano escolar e desmontar a rotina pedagógica das escolas e a vida dos profissionais de educação de forma arbitrária e sem uma discussão consequente e democrática.


A nossa resistência contra a reestruturação assume duas vertentes: 1) a luta da categoria contra o projeto, cuja estratégia é definida nas assembleias locais e gerais e, nesta, o Plebiscito da Reestruturação – que cria um fato político concreto e que será encaminhado ao Ministério Público – é uma destas formas de resistência ao projeto. 2) a luta específica de cada escola atingida pelo processo de reestruturação, na qual os profissionais mobilizados devem convocar o sindicato e suas regionais para apoiar, orientar e respaldar o posicionamento, preferencialmente com a participação de toda a comunidade escolar, diante da direção da escola, da CRE e, se preciso, da SME


É sempre bom lembrar que, com argumentos firmes e a mobilização e apoio da comunidade escolar, algumas escolas da 7ª CRE em reunião da qual participaram o Sepe, representantes destas unidades e a direção da Coordenadoria, conseguiram abrir um canal de diálogo e estabelecer compromissos da direção da CRE, no sentido de reverter o processo de reestruturação nessas escolas.


No dia 14 de novembro, a rede municipal fará uma nova assembleia e é imprescindível que todos compareçam para que novas ações sejam discutidas e votadas e para que possamos pressionar a SME a desistir completamente deste processo autoritário de reestruturação.

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ
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