Saúde e DDHH
15/09/2008
Servidores estaduais vão parar nesta terça (dia 16/9)

Os servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro vão realizar uma greve geral, paralisando as atividades por um dia, nesta terça-feira (16 de setembro). Também neste dia, a partir das 14h, será realizada uma passeata da Candelária até a Cinelândia. O Sepe convoca toda a categoria que trabalha nas escolas estaduais a se unirem à luta unificada do funcionalismo para arrancar do governador um reajuste maior do que os 8% aprovados na Alerj na semana passada, além das outras reivindicações do funcionalismo.

 

Na passeata, o funcionalismo estadual também fará um panelaço e reivindicará um reajuste de 66% para recompor as perdas salariais após anos sem qualquer tipo de reajuste que recomponha as perdas salariais de 66% das categorias em luta (Saúde, Educação, Segurança, Fazenda, Justiça, Cedae, entre outras).

 

Na última quinta-feira (dia 11/9), os Servidores Estaduais estiveram na ALERJ para apoiar as 32 emendas que a bancada de oposição ao governador Sérgio Cabral propunha na mensagem de reajuste de 8% enviada àquela casa pelo governo do estado. Infelizmente, as emendas não foram aprovadas a mensagem foi aprovada praticamente com o texto original – a única mudança é que serão criados “grupos de estudos” pra discutir a incorporação do Nova Escola para os profissionais das escolas estaduais.

 

Os servidores lutam para que as perdas salariais dos últimos anos sejam cobertas integralmente, com um reajuste de 66%. A proposta do governador de conceder apenas 8% e somente para os setores da Educação e Segurança, não passa de uma tentativa de segurar a mobilização do funcionalismo. Portanto, as categorias em luta têm que manter a pressão até que o governo do estado acene com uma proposta que recupere o poder de compra dos nossos salários e cumpra as promessas de campanha de valorizar o serviço público estadual.

 

Veja as principais reivindicações do movimento unificado dos servidores:

 

1) 66% de reajuste para todas as categorias para recompor as perdas salariais dos últimos anos;

2) Data-base unificada para todo o funcionalismo em lei;

3) Incorporação das gratificações;

4) Plano de carreira para o funcionalismo;

5) Contra as fundações no serviço público e concurso já.
Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ
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