Saúde e DDHH
22/02/2017
Profissionais da rede municipal e demais servidores obrigam Câmara a suspender votação do pacote de maldades do prefeito Mário Tricano

Juntamente com os demais servidores públicos de Teresópolis, a educação municipal fez sua parte lotando a sessão da câmara do dia 21/02, contra o pacote de maldades do prefeito Tricano (PP). A mobilização impediu a votação de medidas que não tiravam direitos dos servidores, o plano de saúde, mas também de toda a população: fim do auxílio transporte para estudantes, desobrigação de investimento de 3% da receita em habitação para os mais pobres, legitimação do monopólio da empresa de transporte Dedo de Deus (do grupo Jacob barata) e a retirada de cobradores dos ônibus.


Com palavras de ordem que exigiam a manutenção dos direitos, o presidente da Câmara Pedro Gil (PP) se viu obrigado a encerrar a sessão. Depois, os servidores ocuparam o prédio da prefeitura para pressionar a retirada do pacote com gritos de "fora, Tricano!". O prefeito se negou a receber a comissão formada pelos Sindicatos presentes.


Convocação para o dia 23/2 quando pode ocorrer nova votação


Entretanto, a luta ainda não acabou. As emendas à Lei Orgânica podem retornar na próxima quinta-feira, dia 23/02. Por isso, a Educação deve mostrar toda sua força, mobilizando não mais colegas, como também alunos e responsáveis, também atingidos pelas medidas, pois o prefeito conta com a maioria dos votos e quer vencer “sua” crise tirando direitos de quem mais precisa.

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ
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